Conhecida como grünkohl na Alemanha, cavolo nero na Itália e kale nos Estados Unidos – onde o vegetal ganhou fama por suas virtudes antioxidantes -, a couve-de-folhas (não confunda com a corriqueira couve-manteiga) pode ser encontrada em mercados de produtos orgânicos no Brasil. A seguir, os benefícios dessa planta.

Nos Estados unidos, a couve-de-folhas é como um arauto na guerra anti-junk food. A prova disso é que ela é uma das estrelas da horta de Michele Obama, que não hesitou em cozinhá-la no jantar de Dia de Ação de Graças feito na Casa Branca há dois anos.

Mas o que essa couve frisada tem que as outras não têm? Ela quebra recordes com sua contribuição de vitamina C se comparada à laranja – 60g do vegetal representam 134% das quantidades necessárias em um dia – e é rica em vitamina A e cálcio. Isso sem contar que, como todas as crucíferas (couve, brócolis, nabo, rabanete, agrião), ela contém substâncias sulfurosas (glucosinolatos) que estimulam o funcionamento hepático. Em 2008, a couve-de-folhas ficou em sexto lugar na lista da Live Science dos sete alimentos que seriam a salvação em uma ilha deserta.

Convencido? Basta procurá-la nos recantos das feiras livres e mercados de produtos orgânicos – embora seja possível encontrá-la até em alguns grandes supermercados. O produto pode ser preparado de várias formas: cozido, em sopas, ao vapor, cru, em saladas ou em vitaminas, é só usar a imaginação.

 

Fonte: AFP

 

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